Bahia 0 x 0 Palmeiras – 02/08/2018

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O jogador Willian, da SE Palmeiras, disputa bola com o jogador, do EC Bahia, durante partida valida pelas quartas de final (ida), da Copa do Brasil, na Arena Fonte Nova. Foto: Cesar Greco

Mais uma vez começamos a partida bem, criamos chances claras mas fomos cedendo espaço, perdendo o meio campo e não criando nada.

Tivemos a chance do gol num pênalti assinalado após o bom e raro contra-ataque, mas Bruno Henrique carimbou o travessão e perdemos a chance de fazer o jogo de volta com uma certa folga.

Final de semana tem re-estréia de Felipão no nosso banco. Rumo aos títulos.

Jogo de ida válido pelas quartas de final da Copa do Brasil 2018.

FICHA TÉCNICA

Local: Arena Fonte Nova, Salvador (BA)
Data: 02/08/2018, quinta-feira
Horário: 19h15 (de Brasília)
Árbitro: Anderson Daronco (RS-Fifa)
Assistentes: Guilherme Dias Camilo (MG-Fifa) e Kleber Lucio Gil (SC-Fifa)
VAR: Leandro Vuaden, Iavn Bohl e Rodolfo Toski
Público: 27.296 presentes
Renda: R$ 748.678,5
Cartões amarelos: Bruno, Tiago e Zé Rafael (BA); Diogo Barbos e Felipe Melo (PAL)
Cartão vermelho: Deyverson (PAL)

Bahia: Anderson; Bruno, Tiago, Lucas Fonseca e Mena; Gregore, Elton, Vinicius e Zé Rafael (Élber); Edigar Junio (Marco Antônio) e Gilberto
Técnico: Enderson Moreira

Palmeiras: Weverton; Marcos Rocha, Edu Dracena, Antônio Carlos e Diogo Barbosa; Felipe Melo, Bruno Henrique e Moisés (Gustavo Scarpa); Dudu (Thiago Santos), Willian (Artur) e Deyverson
Técnico: Paulo Turra

Palmeiras perde pênalti e empata com o Bahia em jogo marcado por VAR

Bruno Henrique acertou a trave em cobrança de penal e Anderson Daronco recorre a imagem de vídeo para cancelar uma expulsão

02 Agosto 2018 | 21h18

Bahia e Palmeiras fizeram nesta quarta-feira um jogo ruim pela Copa do Brasil, em Salvador, mas ainda assim protagonizaram um jogo marcante. No empate em 0 a 0, pela ida das quartas de final da Copa do Brasil, foi utilizado pela primeira vez em torneios nacionais o árbitro de vídeo. O auxílio serviu para cancelar um cartão vermelho dado a Gregore, do Bahia, e transformá-lo em amarelo no lance em que o Palmeiras teve um pênalti a favor, mas chutou no travessão.

Daqui duas semanas as duas equipes voltam a se enfrentar, desta vez no Allianz Parque, em São Paulo. Quem vencer estará na semifinal. O Palmeiras até lá terá a presença do técnico Luiz Felipe Scolari, que se apresenta ao clube nessa sexta-feira.

Um dia antes da chegada do técnico Luiz Felipe Scolari, o Palmeiras testou alterações que possivelmente serão adotadas daqui para frente. A principal delas foi a entrada de um centroavante alto, para distribuir lances de bolas aéreas e tentar prender a bola no setor ofensivo. O papel coube a Deyverson, criticado pela torcida e sem nenhum gol em partidas oficiais na temporada. O time apostou também em um meio-campo mais marcador e sem armadores de origem.

A estratégia de jogo deu certo no começo, quando o Palmeiras teve velocidade para pressionar o Bahia e quase chegou ao gol. Na chance mais clara, ainda no primeiro minuto, o goleiro Anderson saiu nos pés de Dudu para fazer a defesa. Depois disso, Deyverson quase marcou de bicicleta e teve outras duas chances para marcar.

O Bahia aos poucos conseguiu avançar e só chegava ao ataque graças ao meia Zé Rafael. O jogador conduziu o time para as jogadas mais perigosas, mas sentia falta de algum companheiro do mesmo nível técnico para auxiliar na conclusão dos lances. A equipe da casa levou mais perigo no segundo tempo, pois deixou o Palmeiras sem saída de bola e com o meio-campo superado pela velocidade.

Quando o Palmeiras parecia acuado, conseguiu um contra-ataque armado por Dudu e concluído com pênalti em Artur. O árbitro Anderson Daronco marcou a falta e expulsou Gregore, mas logo depois foi comunicado pelo rádio da necessidade de rever o lance. Foram cinco minutos de paralisação até o cartão vermelho ser trocado pelo amarelo, para alívio do banco de reservas palmeirense, que temia pelo cancelamento do pênalti.

O pior ainda estava por vir para o Palmeiras. A expectativa de gol não se concretizou, pois Bruno Henrique acertou o travessão na cobrança do pênalti, aos 30 minutos da segunda etapa.

A situação ficou pior quando a principal aposta palmeirense para o jogo, Deyverson acabou expulso após cotovelada em Mena nos minutos finais. Essa confusão, aliada à paralisação no lance do pênalti, fez a partida ter nove minutos de acréscimos. No fim a equipe alviverde recuou totalmente. Com um a menos em campo, o empate sem gols virou lucro.

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