Corinthians 2 x 0 Palmeiras – 24/02/2018

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Crédito: Cesar Greco/Ag Palmeiras/Divulgação

Após 2 empates seguidos fomos a campo buscando uma vitória no Derby para tentar retomar a boa fase às vésperas de estrear na Libertadores 2018.

E ficou só na tentativa. Jogando com uma apatia acima do normal e uma marcação folgada demos muito espaço para o adversário tocar a bola tranquilamente e chegar ao gol ainda no 1º tempo.

No segundo, polêmicas. 2 pênaltis assinalados e 1 convertido. No primeiro Jaílson foi expulso. Independente das penalidades, não estávamos jogando para sequer empatar, então, não se pode colocar no juiz a culpa da derrota.

Roger e o elenco precisam tirar boas lições, principalmente em relação a marcação e tabelas. Erramos muitos passes hoje.

Jogo válido pela 9ª rodada do Paulistão 2018.

Gols, melhores momentos.

FICHA TÉCNICA
CORINTHIANS  2X0  PALMEIRAS

LOCAL: Arena Corinthians, em São Paulo (SP)
DATA-HORA: 24/02/2018 – 17h
ÁRBITRO: Raphael Claus (SP)
AUXILIARES: Danilo Ricardo Simon Manis e Anderson Jose de Moraes Coelho (ambos de SP)
PÚBLICO/RENDA: 42.178 pagantes / R$ 2.476.111,10
CARTÕES AMARELOS: Fagner (24’/1ºT), Lucas Lima (25’/1ºT), Clayson (28’/2ºT), Dudu (36’/2ºT) e Borja (46’/2ºT)
CARTÕES VERMELHOS: Jailson (14’/2ºT)
GOLS: Rodriguinho (39’/1ºT) (1-0), Clayson (38’/2ºT) (2-0)

CORINTHIANS: Cassio; Fagner, Balbuena, Henrique e Maycon; Gabriel, Renê Júnior, Jadson (Mateus Vital, aos 30’/2ºT), Clayson (Júnior Dutra, aos 40’/2ºT) e Rodriguinho; Romero (Lucca, aos 43’/2ºT). TÉCNICO: Fábio Carille.

PALMEIRAS: Jailson, Marcos Rocha, Antônio Carlos, Thiago Martins e Michel Bastos; Felipe Melo, Tchê Tchê (Keno, aos 33’/2ºT) e Lucas Lima (Fernando Prass, aos 20’/2ºT); William (Gustavo Scarpa, no intervalo), Borja e Dudu. TÉCNICO: Roger Machado.

Com vantagem, Palmeiras encara rival Corinthians pela 365ª vez na história; confira retrospecto

Departamento de Comunicação
21/02/2018 – 09h20

O encontro entre Palmeiras e Corinthians pela 9ª rodada do Campeonato Paulista, no próximo sábado (24), às 17h (de Brasília), na Arena Corinthians, será o Derby de número 365 da história. Ao todo, o Verdão possui 129 vitórias, contra 125 dos corintianos (os outros 110 jogos terminaram empatados). O Verdão vazou o rival alvinegro por 520 vezes e sofreu 478 gols. Os números oficializam todos os encontros que colocaram os clubes frente a frente em um campo de futebol, sem distinção de competição ou de tempo de jogo regulamentar.

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O primeiro Derby de todos os tempos foi disputado no dia 6 maio de 1917, no Parque Antártica, válido pelo Campeonato Paulista, e terminou com vitória palestrina por 3 a 0. Naquela ocasião, em que o grande destaque foi o ponta-direita Caetano, autor dos três tentos do triunfo, o Palestra foi a campo com Flosi; Bianco Gambini e Grimaldi; Picagli, Bertolini e Arturo Fabbi; Caetano, Ministro, Heitor, Orlando e Martinelli.

Desde então, o Palmeiras estabeleceu a maior goleada da história do clássico (8 a 0, em 1933), levou a melhor na primeira decisão de campeonato entre os rivais (2 a 1, em 1936), faturou o título do torneio de inauguração do Pacaembu (2 a 1, em 1940), ampliou o jejum de títulos do rival para 21 anos (1 a 0, em 1974), saiu da fila com direito a goleada (4 a 0, em 1993), conquistou o primeiro e único Campeonato Brasileiro decidido com um Derby (1 a 1, em 1994) e eliminou o rival duas vezes seguidas da Libertadores (1999 e 2000), entre outros feitos.

Nas estatísticas do histórico do confronto, o Palmeiras contabiliza os nove Derbys (4V, 3E e 2D) disputados pelo Torneio Início do Campeonato Paulista entre 1919 e 1969 – portanto, 50 anos de história em uma competição oficial, organizada pelas FPF e com a presença de seus filiados -, e também o empate em 0 a 0 válido pela Taça Henrique Mündel, competição disputada entre Palmeiras, Corinthians, Portuguesa e São Paulo a fim de arrecadar fundos para o time tricolor, que vivia grave crise financeira.

24 de fevereiro

Em dias 24 de fevereiro, data de seu próximo compromisso, o Verdão entrou em campo por 12 vezes ao longo de sua história centenária. O retrospecto é favorável: foram seis vitórias, três empates e três derrotas, com 21 gols marcados contra 17 sofridos.

Curiosamente, o Corinthians, adversário da vez do Alviverde, rivalizou com a equipe esmeraldina em um desses 12 jogos disputados em dias 24 de fevereiro: o fato ocorreu em 1965 – na ocasião, as equipes empataram por 2 a 2 pelo Torneio Rio-São Paulo, competição da qual o Palmeiras se sagrou campeão naquele ano.

PÓS-JOGO

Palmeiras entra desligado, é prejudicado e perde o clássico em Itaquera
Time de Roger Machado não joga bem, tem dois pênaltis marcados contra, Jailson expulso e perde para o rival por 2 a 0.
Com a manutenção de Michel Bastos na lateral-esquerda e o retorno de Borja, o Verdão iniciou o clássico com mais posse de bola. Logo no primeiro minuto Lucas Lima tocou para Michel Bastos isolar. Aos 6 minutos Jadson cobrou falta e Jailson resvalou, mandando para escanteio, que não resultou em nada.

Aos 10 minutos Felipe Melo fez bom lançamento para Borja, que de canhota chutou cruzado, para fora. Aos 13 Willian recebeu pela esquerda e cruzou para Dudu, que ajeitou para Antônio Carlos bater, mas o chute do zagueiro foi interceptado por Henrique.

O Corinthians só foi responder aos 14 minutos, quando Clayson cruzou para Romero, mas Jailson se atirou na bola, que sobrou para Thiago Martins afastar o perigo. Aos 18 Romero experimentou da entrada da área, sem perigo para o camisa 42 Palmeirense.

No lance seguinte Willian roubou a bola no ataque, servindo Tchê Tchê, que passou para Borja; o colombiano adiantou demais a bola, dando chance para Cássio fechar bem o ângulo. Aos 24 um lance polêmico: após rápida tabela entre Lucas Lima e Tchê Tchê, a bola sobrou para Willian bater fraco, mas antes da finalização Lucas Lima sofreu falta dura de Fagner; o árbitro preferiu dar vantagem, que não existiu.

Depois dos 30 minutos o time do técnico Roger Machado diminuiu o ritmo, deixando de pressionar a saída de bola do rival, que soube tirar vantagem. Aos 39, após uma troca de passes que durou mais de 1 minuto, Rodriguinho recebeu na área, fintou Borja e Antônio Carlos – que se atiraram no chão, e chutou no canto esquerdo de Jailson: 1 a 0.

Atrás no marcador de maneira injusta, o Palmeiras tentou reagir ainda na etapa inicial, mas o que de melhor conseguiu foi num lance involuntário entre Cássio e Balbuena, que trombaram após cruzamento de Lucas Lima; a bola saiu em escanteio e o Verdão não aproveitou.

Com Scarpa no lugar de Willian, o Palmeiras voltou para o segundo tempo tentando pressionar o rival, que se encolheu todo para esperar os contra-ataques. Aos 6 minutos Scarpa cobrou escanteio, Cássio saiu mal do gol mas Borja não aproveitou.

Aos 8 minutos Lucas Lima enfiou para Borja, que não alcançou a bola, mas na dividida foi derrubado por Cássio. O jogo seguiu. Aos 13 minutos Maycon lançou Clayson nas costas de Marcos Rocha; o atacante tentou cruzar para Romero mas Michel Bastos cortou.

No lance seguinte, ainda dentro do minuto 13, Rodriguinho tentou um chute da entrada da área, a bola desviou em Thiago Martins e sobrou para Renê Júnior dividir com Jailson, que atingiu a bola primeiro, acertando o adversário com o pé depois. A jogada prosseguiu e Henrique quase marcou o segundo do rival. Depois da bola sair, o quarto árbitro sinalizou pênalti de Jailson. Para completar Raphael Claus ainda expulsou o goleiro Palmeirense.

Após 5 minutos de muita reclamação, Roger sacou Lucas Lima para a entrada de Fernando Prass e Jadson foi para a cobrança da penalidade, mas como diz o ditado, “pênalti roubado não entra”. O meia corintiano cobrou para fora, mas Prass estava na bola.

Com um jogador a menos, porém, o Verdão não conseguiu tirar proveito do momento psicológico do jogo, já que o rival manteve a posse de bola. Aos 23 minutos Rodriguinho arriscou da entrada da área, por cima. Aos 25 foi a vez de Jadson tentar a sorte, mas Prass estava atento e fez a defesa.

Perdido, o Palmeiras só voltou a incomodar a defesa adversária aos 32 minutos, quando Scarpa cruzou e viu a bola desviar em Henrique, quase enganando Cássio, que se recuperou a tempo de ser encoberto. Aos 33 Roger Machado foi para o tudo ou nada: Tchê Tchê deu lugar a Keno.

Mesmo com um homem de ataque a mais, o Verdão mal conseguia trocar 3 passes seguidos. Para piorar, ainda tomava alguns sustos. Aos 34 minutos Matheus Vital soltou a bomba de dentro da área, nas mãos de Prass.

Aos 37 minutos Rodriguinho foi derrubado por Dudu dentro da área. Dessa vez foi. E dessa vez o rival não desperdiçou. Clayson cobrou o pênalti e aumentou a vantagem para 2 a 0. Com o clássico praticamente definido, os últimos 10 minutos foram apenas protocolares.

A derrota em nada muda a situação do Verdão no Paulistão; o time segue na liderança disparada do Grupo C com 20 pontos e dono da melhor campanha geral. Porém, fica a frustração de novamente ser derrotado com uma atuação apática e com um erro grave do apito.

Agora o Palmeiras “troca o chip” para a Libertadores pois na quinta-feira (01/03) estreia na competição continental diante do Atlético Junior, conhecido como Junior de Barranquilla, na Colômbia, às 21h30.

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