Corinthians 3 x 2 Palmeiras – 05/11/2017

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Crédito: Cesar Greco/Ag Palmeiras/Divulgação

Uma derrota polêmica complicou bastante as pretensões de tentar buscar o título. Fomos a campo com uma diferença de 5 pontos na tabela e na segunda colocação. Agora estamos a 8 do líder e a 2 do Santos, o vice. Estamos em 4º atrás do Grêmio nos critérios.

O jogo começou fervendo e nosso time adiministrando bem. As primeiras chances foram nossas. No entanto, tomamos um gol irregular (impedimento de Romero) e 2 minutos depois um segundo numa furada da defesa em um escanteio.

Conseguimos reagir e descontar, mas logo em seguida um pênalti duvidoso fez com que qualquer ânimo de reação fosse por água a baixo. Apesar do 3º gol nos mantivemos bem.

O segundo tempo foi totalmente travado pela catimba adversária. Decontamos mas não tivemos força para virar.

A arbitragem influenciou, mas a campanha ruim no campeonato tem que ir para a conta do elenco mesmo. Nos confrontos diretos contra Santos e Corinthians, por exemplo, perdemos todas.

Quando o jogo é decisivo o nervosismo toma conta e alguns jogadores desaparecem.

Se vier o título por conta de tropeços dos adversários e uma nova arrancada nossa, maravilha, porém, se não vier, paciência. Não fizemos por merecer.

Jogo válido pela 32ª rodada do Brasileirão 2017.

Gols, melhores momentos.

FICHA TÉCNICA
CORINTHIANS 3 X 2 PALMEIRAS

LOCAL: Arena Corinthians, em São Paulo (SP)
DATA: 05/11/2017 – 17h
ÁRBITRO: Anderson Daronco (RS)
ASSISTENTES: Rafael da Silva Alves (RS) e Elio Nepomuceno (RS)
PÚBLICO E RENDA: 46.090 pagantes e R$ 2.908.847,10
CARTÕES AMARELOS: Cássio, Fagner, Gabriel, Maycon, Jadson e Romero (COR); Edu Dracena, Egídio, Bruno Henrique, Tchê Tchê e Dudu (PAL)
CARTÃO VERMELHO: Deyverson
GOLS: Romero, aos 27’/1ºT (1-0); Balbuena, aos 29’/1ºT (2-0), Mina, aos 34’/1ºT (2-1); Jô, aos 38’/1ºT (3-1); Moisés, aos 22’/2ºT (3-2)

CORINTHIANS: Cássio, Fagner, Balbuena, Pablo e Guilherme Arana; Gabriel (Maycon, aos 21’/2ºT), Camacho (Fellipe Bastos, aos 36’/2ºT), Clayson (Jadson, aos 39’/2ºT), Rodriguinho e Romero; Jô. Técnico: Fábio Carille.

PALMEIRAS: Fernando Prass, Mayke, Mina, Edu Dracena e Egídio; Bruno Henrique (Guerra, aos 19’/2ºT), Tchê Tchê (Deyverson, aos 38’/2ºT) e Moisés; Keno (Roger Guedes, intervalo), Dudu e Borja. Técnico: Alberto Valentim.

No aniversário de 84 anos do 8 a 0, Palmeiras busca sua 130ª vitória sobre rival

Departamento de Comunicação
04/11/2017 – 15h00

O clássico entre Palmeiras e Corinthians completou no último mês de maio a marca de 100 anos de história. E a vantagem no retrospecto geral é do Verdão, que, desde 1917, enfrentou os rivais 363 vezes, venceu em 129 oportunidades, empatou 110 partidas e foi derrotado em 124 embates, com 518 gols marcados e 475 sofridos. Caso vença o duelo deste domingo (05), portanto, o Verdão ampliará a sua vantagem histórica no Derby, chegando ao 130º triunfo sobre o rival.

Os números oficializam todas os encontros que colocaram os clubes frente a frente em um campo de futebol, sem distinção de competição ou de tempo de jogo regulamentar. Para efeito de estatísticas, o Palmeiras sempre considerou os nove Derbys (4V, 3E e 2D) disputados pelo Torneio Início do Campeonato Paulista entre 1919 e 1969 – portanto, 50 anos de história em uma competição oficial, organizada pelas FPF e com a presença de seus filiados –, e também o empate em 0 a 0 válido pela Taça Henrique Mündel, competição disputada entre Palmeiras, Corinthians, Portuguesa e São Paulo a fim de arrecadar fundos para o time tricolor, que vivia grave crise financeira.

E quando o assunto é Derby, o dia 05 de novembro costuma trazer boas recordações para o torcedor palmeirense. Afinal, foi há exatos 84 anos, no dia 5 de novembro de 1933, que o Verdão aplicou incríveis 8 a 0 no rival, em jogo válido pelo Paulistão e também pelo Torneio Rio-São Paulo – essa é, até hoje, a maior goleada da história do clássico. Os gols foram de Romeu Pellicciari (4), Imparato (3) e Gabardo, e o Palestra Italia, à época, acabou ficando com os títulos paulista e do Rio-São Paulo de 1933.

Curiosamente, as equipes voltaram a se enfrentar em outro dia 05 de novembro, desta vez no ano de 1958, e o Alviverde, novamente, bateu o arquirrival: 2 a 1, com gols de Julinho Botelho e Parada, em partida válida pelo Campeonato Paulista daquela temporada.

PÓS-JOGO

Verdazzo

Jogando contra os tradicionais 14 jogadores, o Palmeiras lutou, jogou melhor, mas acabou derrotado no Derby em Itaquera. Atuação da arbitragem foi decisiva mais uma vez e mostrou toda a fragilidade do Palmeiras nos bastidores, apesar das acusações de “esquema” vindas da imprensa e do outro lado. Fomos assaltados em dois jogos seguidos e o resultado são os atuais oito pontos de vantagem.

PRIMEIRO TEMPO

Willian Bigode foi vetado nos testes antes do jogo e não pode ser relacionado nem para o banco. Mina foi confirmado no time titular e jogou do lado direito, conforme esperado. E o jogo começou quente; a primeira chegada foi do Verdão, logo a um minuto: Borja brigou com dois zagueiros e ganhou lateral, Moisés ameaçou jogar na área mas fez a ensaiadinha com Mayke, que cruzou no segundo pau – Mina raspou de cabeça e mandou à direita de Cássio. Um minuto depois, Keno lançou para Borja, mais uma vez enfiado no meio dos zagueiros; ele dominou e bateu com rapidez, por cima do gol.

O Verdão marcava alto, como na partida contra o Cruzeiro, e o dono da casa jogava com bolas esticadas tentando aproveitar o espaço vazio em nosso campo. Aos seis, Jô ganhou uma bola viva em nossa área e chutou rasteiro, à esquerda de Fernando Prass, sem perigo. Na reposição, o time da casa surpreendeu e marcou a saída de bola; Rodriguinho tocou para Jô, recebeu de volta e bateu rasteiro, exigindo enorme defesa de Fernando Prass.

O SCCP equilibrou o jogo quando decidiu sair de seu campo e jogar o jogo. Aos 17 Fagner bateu de fora e Prass rebateu para fora da área. Na sequência, Borja recebeu rápido e fez a jogada individual pelo meio, invadiu a área e bateu forte, buscando o canto esquerdo, mas a bola foi na rede pelo lado de fora.

Aos 27, Rodriguinho recebeu pela esquerda, aproveitou o espaço da marcação ruim de Mayke e Bruno Henrique e bateu cruzado, para a chegada de Romero do outro lado. O paraguaio estava impedido, mas isso não fez diferença para o bandeirinha; aí foi só escorar para o gol, para abrir o placar. Uma vergonha.

Um minuto depois, o Palmeiras, desarrumado, deu espaço; Rodriguinho puxou o ataque e serviu a Jô, livre dentro da área – Fernando Prass saiu bem e abafou, mandando a escanteio. Na cobrança, Edu Dracena raspou na bola e Balbuena escorou com a barriga para dentro do gol. Num lance irregular e em outro de pura sorte, o SCCP abriu dois gols de vantagem.

O Verdão reagiu, após breve pane, mas com um imenso prejuízo para descontar. Aos 32, depois de escanteio na esquerda, a bola ficou parada dentro da pequena área, mas Borja não conseguiu aproveitar. Dois minutos depois, após mais um escanteio, Mina ganhou de Pablo pelo alto e testou no canto esquerdo de Cássio, fazendo 2 a 1 no placar.

O estádio emudeceu e o Verdão voltou a mandar no jogo. Perigo? Sem problemas: aos 36, Jô disputou bola com Edu Dracena na entrada da área, os dois se enroscaram e Jô se desmanchou. Daronco marcou pênalti, inacreditavelmente. Jô bateu no canto esquerdo e recolocou o rival dois gols na frente. Com dois gols roubados. O Palmeiras seguiu atacando com consciência e pressionando nos minutos finais do primeiro tempo, mas não conseguiu levar perigo real ao gol de Cássio.

SEGUNDO TEMPO

Alberto Valentim mexeu: Roger Guedes foi a campo no lugar de Keno. O Palmeiras começou com menos força do que se esperava de um time que precisava fazer um gol rápido para mudar o clima do estádio – talvez uma certa preocupação em não pilhar demais o jogo. Aos 5, Rodriguinho bateu falta na área e Balbuena cabeceou por cima. Aos 11, Dudu bateu falta pela esquerda, a bola passou pela zaga mas ninguém do Palmeiras chegou para conferir para o gol.

Aos 13, Egídio roubou a bola de Romero e cruzou no segundo pau, buscando Roger Guedes – Cássio deu um tapinha na bola e tirou a bola da testa do camisa 23. Aos 17, Gabriel fez cera e teve que sair de campo. Na reposição, o traidor invadiu o campo sem autorização; o bandeirinha que não deu o impedimento de Romero no primeiro gol assumiu o erro e mais uma vez quebrou o galho do time da casa, que assim comeu pelo menos 5 minutos do relógio.

Mesmo com o time da casa praticando todo o tipo de antijogo, o Verdão chegou ao segundo gol: aos 22, depois de cobrança de escanteio, Pablo escorou para trás, Moisés ajeitou o corpo rapidamente e fuzilou Cássio pelo alto, fazendo um golaço e diminuindo o placar. Guerra já estava em campo, no lugar de Bruno Henrique, e o Palmeiras estava com uma configuração bastante ofensiva. Aos 26, depois de arrancada de Roger Guedes, Guerra emendou um bom chute de fora, mas a bola saiu à esquerda de Cássio.

Aos 30, numa rara descida do SCCP, Rodriguinho estava marcado por Mina e bateu cruzado, Prass mandou a escanteio. A bola não rolava, a catimba prevalecia. Nos poucos minutos de bola em jogo, o Palmeiras prensava o adversário no campo de defesa, e apenas Jô ficava à frente esperando uma bola esticada.

Depois de muita paralisação, Deyverson foi  a campo no lugar de Tchê Tchê, montando uma espécie de 4-2-4. Aos 41, Dudu conseguiu um bom cruzamento no segundo pau, mas Guilherme Arana se enroscou com Mina, que não alcançou – Roger Guedes passou batido e a bola saiu.

Aos 46, Dudu bateu escanteio no segundo pau, Moisés escorou e a bola saiu por cima, antes que Roger Guedes chegasse. Aos 48, pela terceira vez no jogo, Egídio pegou uma sobra de escanteio e mandou na lua. No último lance, Dudu cobrou lateral, Roger Guedes foi rápido e aparou rente à linha de fundo para cruzar para Mina; a bola saiu um pouco alta e Cássio ficou com ela. E Anderson Daronco acabou com o jogo.

FIM DE JOGO

O Palmeiras jogou bola enquanto lhe foi permitido. E com a bola rolando, foi melhor e fez dois gols. O SCCP fez a diferença como sempre: com a ajuda da arbitragem e parando o jogo, impedindo a bola de rolar com a complacência de seus parceiros de apito. Uma enorme operação para salvar um vexame histórico que seria um campeonato perdido após abrir 17 pontos de vantagem. Um jogo que ilustra a atual vergonha que é o futebol brasileiro.

Jamais podemos aceitar uma derrota como essa. Se a diretoria não age, a torcida não pode se calar. Não aceitaremos nenhuma provocação. Nenhum sorrisinho sequer.

O campeonato foi perdido nas primeiras cinco rodadas, mas o Derby não, e isso nós não vamos engolir. É melhor que os engraçadinhos amanhã pensem muito bem antes de arriscarem qualquer coisa, PORQUE AQUI É PALMEIRAS!

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