Ponte Preta 1 x 2 Palmeiras – 25/06/2017

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Crédito: Cesar Greco/Ag Palmeiras/Divulgação

Mesmo poupando alguns jogadores titulares, pensando no jogo de quarta pela Copa do Brasil, fizemos uma boa partida tendo uma atuação bastante consistente. Destaque para Guerra que fez 2 gols e criou várias boas jogadas.

A vitória nos deixa no G4 com 16 pontos, 10 atrás do líder e 5 do planejado (21 na 10ª rodada).

Foi a terceira vitória consecutiva, a 2ª fora de casa.  Sequência importantíssima para elevar o moral e engrenar nos jogos decisivos que teremos pela frente.

Jogo válido pela 10ª rodada do Brasileirão 2017.

Gols, melhores momentos.

FICHA TÉCNICA
PONTE PRETA 1 X 2 PALMEIRAS

Local: Moisés Lucarelli, Campinas (SP)
Data-Hora: 25/6/2017 – 16h
Árbitro: Wagner Reway (Fifa-MT)
Auxiliares: Fabio Rodrigo Rubinho (MT) e Marcelo Grando (MT)
Público/renda: 5.523 pagantes/R$ 141.840,00
Cartões amarelos: Wendel, Renato Cajá, Lucca, Emerson Sheik, Rodrigo e Fernando Bob (PON), Guerra, Dudu e Gabriel Furtado (PAL)
Cartões vermelhos: Rodrigo (PON), aos 44’/2ºT (Vermleho direto), Renato Cajá (PON), aos 48’/2ºT (Vermelho direto) e Tchê Tchê (PAL), aos 48’/2ºT (vermelho direto)
Gols: Guerra (38’/1ºT) (0-1), Lucca (40’/1ºT) (1-1), Guerra (45’/1ºT) (1-2)

PONTE PRETA: Aranha; Nino Paraíba, Marllon, Rodrigo e João Lucas; Fernando Bob, Élton (Felipe Saraiva, aos 22’/2ºT) e Renato Cajá; Claudinho (Léo Artur, no intervalo), Lucca e Emerson Sheik. Técnico: Gilson Kleina.

PALMEIRAS: Fernando Prass; Mayke, Mina, Luan e Juninho; Gabriel Furtado (Fabiano, no intervalo), Tchê Tchê e Guerra (Borja, aos 40’/2ºT); Róger Guedes, Erik (Dudu, aos 36’/2ºT) e Willian. Técnico: Cuca.

Palmeiras encarou Ponte 22 vezes pelo Brasileiro e pode alcançar 10ª vitória

Felipe Krüger
Departamento de Comunicação
24/06/2017 – 14h13

O Palmeiras visita a Ponte Preta neste domingo (25), no estádio Moisés Lucarelli, em partida válida pela 10ª rodada do Campeonato Brasileiro 2017. Pela competição nacional, as equipes já se encontraram 22 vezes – foram nove vitórias para cada lado e quatro empates.

A maior goleada da história do confronto em embates do Brasileirão aconteceu em novembro de 2005, quando o Verdão venceu por 6 a 2 o time de Campinas. Os gols foram marcados por Washington (2), Baiano, Juninho Paulista, Warley e Daniel. O jogo foi disputado no estádio Moisés Lucarelli.

Os times duelaram pela primeira vez pela competição em 1970. Naquela oportunidade, o Palmeiras venceu por 4 a 0 – tentos anotados por Pio (2), Héctor Silva e Edu Bala. Já o encontro mais recente foi registrado em 2016 e terminou empatado em 2 a 2 (gols de Rafael Marques e Thiago Martins).

Retrospecto geral

Ao todo, Palmeiras e Ponte Preta mediram forças 127 vezes. Foram 63 vitórias palestrinas, 31 empates e 33 derrotas. O Verdão marcou 209 gols e foi vazado 137 vezes.

A partida mais recente entre os clubes foi disputada em abril deste ano, pela semifinal do Campeonato Paulista. O time paulista venceu por 1 a 0.

PÓS-JOGO

Fonte: Verdazzo

O Verdão venceu a Ponte Preta em Campinas por 2 a 1 em jogo válido pela décima rodada do Brasileirão e conseguiu assim a terceira vitória seguida, sendo a segunda fora de casa. Com o resultado, o time atingiu a zona de classificação para a Libertadores, restando apenas a definição do restante da rodada para se saber em qual colocação – na pior das hipóteses, quinto lugar.

PRIMEIRO TEMPO

Cuca surpreendeu mandando a campo Gabriel Furtado, volante de apenas 17 anos contratado há três meses junto ao Paraná Clube e que havia treinado bem durante a semana. Outro que movimentou-se bem na Academia de Futebol foi Erik, que marcou três gols num jogo-treino contra o São Caetano, e também ganhou uma chance entre os titulares.

O jogo começou pegado dos dois lados, com muita marcação e contato físico forte; as duas equipes tinham muita dificuldade para chegar à área adversária. A primeira finalização foi da Ponte, aos 5: Sheik serviu Renato Cajá na lateral da área e o meia bateu de esquerda, sem ângulo, por cima do gol, sem perigo.

Enquanto o Palmeiras tentava forçar as jogadas com Roger Guedes em cima de João Lucas, a Ponte buscava as jogadas com Sheik e Lucca, mais pelo lado esquerdo do ataque, ao contrário do que havia planejado Gilson Kleina, que declarou que ia tentar usar Claudinho em cima de Juninho, improvisado.

Aos poucos Guerra foi achando seu espaço e fugindo da marcação de Fernando Bob, e com o venezuelano mais à vontade o Palmeiras passou a mandar no jogo. Aos 22 ele puxou um lindo contra-ataque e acionou Roger Guedes, já dentro da área, pelo lado direito; o camisa 23 tocou na saída de Aranha, por baixo, mas a bola saiu raspando a trave.

Como Gabriel Furtado colocava Renato Cajá no bolso, a Ponte tinha como alternativas a movimentação de Emerson Sheik, que em momento algum se limitou a ficar preso na área. Numa dessas, aos 33, ele caiu pela esquerda e cruzou na área com efeito, ninguém resvalou e a bola fez a curva indo em direção ao canto esquerdo de Fernando Prass, que se esticou para dar um tapa nela e salvar o Verdão.

Aos 38, o Verdão abriu o placar: Tchê Tchê fez um belo lançamento por elevação para Guerra, que ganhou de Marllon na corrida e tocou por baixo, na saída de Aranha, com muita inteligência. Mas nem deu tempo para comemorar: um minuto depois, a Ponte empatou, com Lucca: ele recolheu uma bola do lado esquerdo, marcado à distância por Mayke, e acertou um chute raríssimo, com curva, no cantinho esquerdo de Fernando Prass, sem chances de defesa.

Quando parecia que os dois times iriam para o vestiário com o empate, Guerra fez o segundo: ele iniciou a triangulação com Gabriel Furtado, que tocou entre as pernas de Fernando Bob para Erik, que num rápido toque de calcanhar deixou Guerra na cara de Aranha, aí foi só tocar no canto esquerdo e correr para a torcida.

SEGUNDO TEMPO

Com Fabiano improvisado na volância no lugar de Gabriel Furtado, amarelado, o Verdão voltou mais cauteloso para o segundo tempo, e a bola ficou mais nos pés da Ponte Preta, que tentava girar a bola em busca de espaço, mas nossa defesa mostrava muita aplicação no posicionamento.

A bola do jogo aconteceu aos 17 minutos: Sheik fez uma grande jogada em cima de Mina e viu Léo Artur fazendo o facão por trás de Luan; o pontepretano recebeu livre na frente de Fernando Prass, que se agigantou e diminuiu o ângulo, induzindo-o ao toque para fora.

O Palmeiras não atacava e Gilson Kleina arriscou, trocando João Lucas por Lins. Ousado, o seo Gilso. Pouco depois, a Ponte conseguiu mais uma finalização, com Felipe Saraiva, depois de vencer disputa com Juninho –  Prass mais uma vez deu um tapa na bola e salvou o Verdão. Cuca então colocou Dudu para jogar na correria, e a exemplo do jogo contra o CAG, o camisa 7 já amarelou um adversário na primeira jogada – Renato Cajá.

Com um árbitro muito confuso, os jogadores usavam e abusavam do contato físico e o jogo ficou muito nervoso. O Palmeiras se aproveitava da situação e fazia o relógio andar. Aos 44, na catimba de Borja, que havia entrado no lugar de Guerra, Rodrigo foi expulso depois de xingar o juiz. Nos acréscimos, Renato Cajá deu um tapa em Tchê Tchê, que devolveu com o famoso tiramãodimim – os dois também receberam o vermelho direto. E com a bola voando em nossa área e nossa zaga tirando tudo de cabeça, o juiz terminou o jogo.

FIM DE JOGO

A vitória compensa um pouco os pontos desperdiçados bestamente nas primeiras rodadas. Mesmo assim a pontuação está bem abaixo do planejado no início do campeonato e precisaremos recuperar pelo menos cinco pontos em partidas bem difíceis. De qualquer forma, jogando com vários reservas, improvisações e com um estreante de 17 anos, esta vitória caiu muito bem.

O time segue vencendo e Guerra está evoluindo cada vez mais. O venezuelano parece não ter limites e vai se convertendo no craque do time no campeonato. Que esse processo continue em andamento até a volta de Moisés, quando teremos, enfim, o time completo idealizado no início do ano à disposição de Cuca. E agora, vira a chavinha para a Copa do Brasil e VAMOS PALMEIRAS!

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