Palmeiras 4 x 0 Figueirense – 30/06/2016

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(Foto: globoesporte.com)

Excelente vitória com domínio total do início ao fim.

Time jogando sério o tempo todo e sem diminuir o ritmo mesmo com a vitória já garantida.

Mais um passo rumo ao título.

Jogo válido pela 12ª rodada do Brasileirão 2016.

Ficha Técnica

Palmeiras: Fernando Prass; João Pedro, Edu Dracena, Vitor Hugo e Egídio; Tchê Tchê, Moisés (Matheus Sales) e Cleiton Xavier (Lucas Barrios); Roger Guedes, Gabriel Jesus e Dudu (Vitinho)
Técnico: Cuca

Figueirense: Gatito Fernández; Ayrton, Marquinhos, Bruno Alves e Marquinhos Pedroso; Ferrugem (Jocinei), Jackson Caucaia, Bady e Dudu (Everton Santos); Ermel (Yago) e Rafael Moura
Técnico: Vinícius Eutrópio

Local: Allianz Parque, São Paulo (SP)
Data: 30/06/2016, quinta-feira
Horário: 19h30 (de Brasília)
Árbitro: Gilberto Rodrigues Castro Junior (PE)
Auxiliares: Clovis Amaral da Silva (PE) e Flavio Rodrigues de Souza (SP)
Público: 32.834 pagantes
Renda: R$ 1.935.544,72
Cartões amarelos: Roger Guedes (PAL); Rafael Moura (FIG)
Gols: Moisés, aos 7 minutos do primeiro tempo, Dudu, aos 42 minutos do primeiro tempo, e Gabriel Jesus, aos 10 e aos 45 minutos do segundo tempo

Mais: globoesporte.com

Duelo desta quinta entre Palmeiras e Figueirense será o 25ª da história

Felipe Krüger
Departamento de Comunicação
30/06/2016 – 12:20h

O encontro desta quinta-feira (30) entre Palmeiras e Figueirense, no Allianz Parque, será o 25º confronto da história – o retrospecto indica 13 vitórias palestrinas, seis empates e cinco derrotas. O Verdão balançou as redes 42 vezes e foi vazado em 27 oportunidades.

O primeiro encontro da história aconteceu em outubro de 1975, quando os times empataram em 2 a 2 – os tentos alviverdes foram anotados por Fedato e Edu Bala.

Já na partida mais recente, o Verdão levou a melhor. Em duelo válido pelo segundo turno do Campeonato Brasileiro 2015, a equipe do Palestra Italia venceu por 2 a 0, com gols marcados por Jackson, que já deixou o clube, e Zé Roberto, que está relacionado pelo técnico Cuca para a partida desta quinta-feira (30).

A vitória por 2 a 0 em 2015, inclusive, aconteceu no único jogo da história entre as duas equipes no Allianz Parque. Ao todo, contando as partidas disputadas no Palestra Italia, os times se enfrentaram oito vezes na casa alviverde – foram três vitórias e cinco empates.

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Pós-Jogo

Fonte: http://verdazzo.com.br/jogo/ficha/id/5889.palmeiras

O Verdão mostrou que superou completamente a derrota para o Cruzeiro e voltou a apresentar um ótimo futebol ao trucidar o Figueirense, que veio vestido igual ao SCCP, por 4 a 0 no Allianz Parque, com excelentes atuações individuais e coletiva. O resultado devolve a liderança isolada do Brasileirão ao Palmeiras, que também tem o melhor ataque e o artilheiro do campeonato, Gabriel Jesus.

A única preocupação para a sequência da caminhada é Moisés, que deixou o campo no início do segundo tempo sentindo uma pancada – nos próximos dias saberemos se ele, que foi um dos destaques do time esta noite, terá condições de enfrentar o Sport na segunda-feira em Recife.

PRIMEIRO TEMPO

Com João Pedro no lugar de Fabiano, Cuca surpreendeu mais uma vez. A fim de manter a estrutura que vem dando certo nos jogos em casa, Tchê Tchê foi preservado no meio e o camisa 22 ganhou nova chance.

O Figueirense veio com a proposta de picotar o jogo, para não deixar o Palmeiras trocar passes e impor sua melhor qualidade técnica. O juiz entrou na onda, marcando tudo nos primeiros minutos; a bola não rolava e parecia que ia ser um jogo muito complicado. Mas o nó foi rapidamente desatado: aos sete minutos, Dudu cobrou o escanteio curto para Roger Guedes que cruzou no miolo da área, atrás da marca do pênalti, onde estava Moisés; a testada foi firme, no canto esquerdo de Gatito Fernandez, que ainda foi atrapalhado por Gabriel Jesus.

Com o gol, o Figueirense precisou mudar o plano e passou a tentar jogar bola – e aí facilitou nossa tarefa. Aos poucos o Palmeiras foi tomando conta de todos os espaços com a mesma facilidade que vimos nos últimos jogos em nosso estádio. Tanto que o Figueirense só conseguiu criar num erro individual: Moisés errou um passe, conduziu pela esquerda, cortou para o meio e bateu rasteiro, cruzado; a bola ainda quicou no gramado ruim do Allianz Parque e dificultou mais a vida de Fernando Prass, que saltou rente ao chão e mandou a escanteio.

O lado esquerdo da defesa do Figueirense passou a ser explorado com as descidas de João Pedro, que mostrou bom entendimento com Roger Guedes. Na primeira jogada dos dois, o atacante recolheu e bateu forte, cruzado, da entrada da área – Gatito Fernandez defendeu parcialmente e a defesa aliviou. Três minutos depois, João Pedro se projetou em velocidade por trás da zaga e foi lançado por Gabriel Jesus, foi ao fundo e cruzou rasteiro, mas Fernandez interceptou.

Moisés fazia grande partida, tanto no apoio quanto na marcação. Aos 34, após recuperar uma bola no meio, ele avançou, tabelou com Gabriel Jesus e arriscou o chute de fora, mas errou o alvo. Aos 36, Roger Guedes abriu para Dudu na direita; o cruzamento veio rasante, pingou no meio da área e alcançou Gabriel Jesus fechando no segundo pau; Marquinhos Pedroso salvou em cima da risca com Fernandez batido.

E quanto mais o tempo passava, maior era nosso domínio. Aos 40, João Pedro apoiou mais uma vez e bateu cruzado; Dudu entrou na corrida mas furou e o Figueirense recuperou a bola para tentar sair jogando; Tchê Tchê recuperou a bola e abriu para Dudu, que cruzou de novo na direção de Gabriel Jesus, que passou da linha da bola.

A pressão era gigantesca e o segundo gol saiu aos 42: sempre explorando o lado esquerdo da defesa catarinense, Roger Guedes foi ao fundo, cruzou rasteiro na direção de Cleiton Xavier que foi travado dentro da área; a bola espirrou para Tchê Tchê que teve muita calma para rolar para Dudu dentro da área, e mais uma vez, como num dos gols contra o Santa Cruz, a finalização foi alta, beijando a rede de cima do Allianz Parque. E ainda deu tempo de mais uma finalização, aos 46: Dudu bateu falta na área e Moisés mais uma vez conseguiu a testada, mas desta vez Fernandez defendeu. Dois, vira.

SEGUNDO TEMPO

O ritmo intenso do Verdão prosseguiu o segundo tempo, com trocas de passes infernais. O time deixou de insistir apenas pelo lado direito e passou a rodar a bola o campo todo, invertendo os lados e trocando as posições, enlouquecendo a defesa do Figueirense. Logo a dois minutos, o cartão de visitas: depois de intensa troca de passes, João Pedro conseguiu um cruzamento perigoso, mas Fernandez aparou.

Aos cinco, Moisés, que fazia grande partida, sentiu uma pancada no pé esquerdo e pediu para sair – Matheus Sales entrou em seu lugar. Mas o time não sentiu a perda e seguiu em ritmo forte: aos nove, mais uma longa troca de passes e desta vez o cruzamento veio da esquerda: Zé Roberto deu na medida para Roger Guedes no segundo pau; ele testou para o meio mas a defesa estava atenta e afastou o perigo.

Mas um minuto depois o Verdão matou o jogo: Dudu comandou a jogada pela esquerda, viu a passagem de Zé Roberto e esticou; o veterano conseguiu corrigir a passada e cruzou para Gabriel Jesus no primeiro pau; o camisa 33 tinha passado um pouquinho da linha da bola mas corrigiu o corpo se contorcendo todo para testar firme para as redes. 3 a 0.

Com a vantagem, o Palmeiras relaxou um pouco e o Figueirense passou a chegar um pouco mais. Entre os 15 e os 20 minutos, foram quatro finalizações, três sem perigo algum, mas na quarta, Ayrton emudeceu o estádio ao cobrar uma falta da esquerda que morreu na rede, pelo lado de fora – mas foi daquelas que enganam. Nesse meio tempo, Cuca enterrou de vez qualquer rusga, mandando Barrios a campo no lugar de Cleiton Xavier; Dudu caiu para o meio e Gabriel Jesus abriu para fazer o lado esquerdo.

Em ritmo bem mais lento, o Palmeiras só voltou a ameaçar o gol de Fernandez aos 32 – mas com sua marca registrada: troca intensa de passes entre Barrios, Roger Guedes e Dudu, que cruzou rasteiro para Gabriel Jesus que fechava pelo lado esquerdo; ele emendou de chapa, mas em vez de bater cruzado no canto, tentou fazer o gol pelo alto e a bola subiu demais.

Aos 33, Vitinho entrou em campo pela segunda vez em sua carreira, no lugar de Dudu, e participou da movimentação, ganhando cancha. Ele viu de perto Lucas Barrios roubar a bola no lado esquerdo e avançar em direção à área, invadir e tentar o chute de bico, mas foi travado na última hora. E aos 45, depois de quase dois minutos de “olé”, Roger Guedes foi ao fundo e cruzou para Barrios no primeiro pau; o paraguaio falhou no peixinho mas foi salvo por Gabriel Jesus: o novo artilheiro do campeonato, de frente para o gol, tocou no contrapé de Fernandez e deu números finais ao jogo. Quatro, acaba.

FIM DE JOGO

Diante de um time bastante limitado, o Verdão fez o que tinha que fazer: se impôs, fez um monte de gols e jogou bonito, recompensando os mais de 32 mil palmeirenses que foram ao estádio. A vitória enterra o princípio de crise entre Barrios e Cuca, e junto com ela a derrota em Belo Horizonte.

Agora o time tem um novo desafio: a Ilha do Retiro, onde terá a chance de mostrar evolução nos jogos como visitante, e assim tornar mais robusta ainda a campanha geral, tão forte devido aos jogos em casa. É ganhar do Sport e acumular mais gordura para os desfalques que vão começar a aparecer: além das convocações de Gabriel Jesus e Fernando Prass, são nada menos que OITO pendurados com dois amarelos. VAMOS PALMEIRAS!

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