Palmeiras 2 x 0 Fluminense – 25/05/2016

 

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SÃO PAULO, SP – 25.05.2016: PALMEIRAS X FLUMINENSE – O jogador Alecsandro, da SE Palmeiras, comemora seu gol contra a equipe do Fluminense FC, durante partida válida pela terceira rodada, do Campeonato Brasileiro, Série A, na Arena Allianz Parque. (Foto: Cesar Greco / Fotoarena)

Ótima vitória contra um adversário bem organizado.

Nos mantemos na cola dos líderes após o tropeço da última rodada.

Jogo válido pela 3ª rodada do Brasileirão 2016.

FICHA TÉCNICA
PALMEIRAS 2 X 0 FLUMINENSE

LOCAL: Allianz Parque, em São Paulo (SP)
DATA/HORÁRIO: 25 de maio de 2016, quarta-feira, às 21h45
ÁRBITRO: Sandro Meira Ricci (SC)
ASSISTENTES: Nadine Schramm Camara Bastos e Helton Nunes (ambos de SC)
PÚBLICO/RENDA: 28.534 presentes / R$ 1.567.292,04
CARTÃO AMARELO: Thiago Martins (PAL)
GOLS: Vitor Hugo, 12’/2ºT (1-0); Alecsandro, 13’/2ºT (2-0)

PALMEIRAS: Fernando Prass; Tchê Tchê, Thiago Martins, Vitor Hugo e Egídio (Moisés – intervalo); Matheus Sales e Jean; Róger Guedes, Cleiton Xavier (Alecsandro – intervalo) e Dudu; Gabriel Jesus (Zé Roberto – 34’/2ºT). Técnico: Cuquinha.

FLUMINENSE: Diego Cavalieri; Jonathan, Gum, Henrique e Wellington Silva; Pierre, Edson (Marcos Junior – 16’/2ºT), Cícero e Gustavo Scarpa (Magno Alves – 31’/2ºT); Osvaldo (Richarlison – 16’/2ºT) e Fred. Técnico: Levir Culpi.

Duelo entre Palmeiras e Fluminense completa 90 anos de história

Felipe Krüger
Departamento de Comunicação
25/05/2016 – 09:00h

A primeira partida entre Palmeiras e Fluminense aconteceu no dia 30 de maio de 1926, no estádio Palestra Italia, há 90 anos. Naquela oportunidade, o Alviverde superou o rival carioca por 3 a 2 – os gols alviverdes foram anotados por Amílcar, Melle e Ebraico (contra).

Sob o comando de Amílcar Barbuy, o Verdão foi a campo com Primo; Bianco Gambini e Covelli; Xingó, Amílcar e Serafini; Mathias, Loschiavo, Heitor, Imparato II e Melle.

No retrospecto geral de confrontos, ao longo dos 90 anos de história, os dois times disputaram 103 partidas, sendo 54 vitórias palestrinas, 16 empates e 33 derrotas. Nos jogos disputados na capital paulista, como no caso desta quarta-feira (25), no Allianz Parque, a vantagem também é verde e branca: 46 jogos, 33 triunfos, cinco igualdades e apenas oito derrotas.

Campeonato Brasileiro

Pela competição nacional, o Fluminense cruzou 51 vezes o caminho palmeirense. Foram 25 vitórias palestrinas, nove empates e 17 derrotas, com 76 gols marcados e 65 sofridos.

O primeiro encontro da história entre as equipes no Brasileirão aconteceu em novembro de 1960, no estádio do Pacaembu, e terminou empatado em 0 a 0. A partida, válida pela semifinal da competição daquele ano, foi o primeiro jogo de uma disputa de ida e volta – o segundo duelo terminou 1 a 0 para o Verdão, resultado que garantiu a vaga verde e branca na grande final e, depois, o primeiro título nacional do clube.

Já a partida mais recente foi disputada no estádio do Maracanã, em setembro de 2015, e, com três gols de Lucas Barrios, o Palmeiras venceu por 4 a 0. Naquela oportunidade, o Alviverde foi a campo com Fernando Prass; Lucas, Victor Ramos, Jackson e Egídio (Rafael Marques); Thiago, Arouca (Allione), Robinho e Zé Roberto; Gabriel Jesus e Alecsandro (Lucas Barrios).

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Pós-Jogo

Fonte: http://www.verdazzo.com.br/jogo/ficha/id/5879/palmeiras-2-x-0-fluminense

Chupa, feriado! O Verdão usou a força do elenco e do Allianz Parque para chegar à segunda vitória no campeonato, mandou o Porcus Thristis pro inferno e segue na briga pela ponta do campeonato – está em segundo lugar com seis pontos, a um ponto do líder Santa Cruz, e com o complemento da rodada o time tende a ficar no G4. As atenções agora se voltam para o clássico contra o SPFC, domingo no Morumbi.

PRIMEIRO TEMPO

Cuca não ficou no banco devido à expulsão no jogo anterior – em seu lugar, ficou seu irmão e auxiliar, Cuquinha – obviamente com tudo combinado para a formação de saída e com algum jeito de trocarem ideia durante o jogo. E o time saiu jogando exatamente da mesma forma que no jogo anterior no sistema defensivo, talvez não acreditando na ofensividade de Cícero, que foi avançado com a contusão de Gerson. No ataque, Gabriel Jesus foi deslocado para o comando do ataque e Dudu voltou a figurar entre os titulares.

O time não rendeu bem ofensivamente. Gabriel Jesus sofreu no meio de Henrique e Gum, e sem a malícia para sair da área e puxar um dos marcadores, as duas linhas de quatro armadas por Levir Culpi, bem próximas e muito bem organizadas, seguraram o ataque do Verdão. Assim, o jogo foi morno no primeiro tempo. Mesmo assim, algumas chances acabaram surgindo dos dois lados.

Aos 18, Roger Guedes fez boa jogada pela direita, balançou na frente de Gustavo Scarpa e arriscou de fora, de perna esquerda – a bola subiu demais. O Fluminense respondeu dois minutos depois: após escanteio, a bola sobrou na direita para Gustavo Scarpa que cruzou de novo na área; Fred aproveitou mais um vacilo aéreo de nossa zaga e cabeceou firme, para fora.

Aos 23, Gabriel Jesus girou rápido e serviu Dudu, que tentou aproveitar as costas de Jonathan, que conseguiu fazer a proteção para Diego Cavalieri, mas o nosso ex-goleiro acabou se atrapalhando e a bola se ofereceu para Dudu que quase conseguiu dominar. Aos 28, Roger Guedes fez grande jogada pela direita após passe de Cleiton Xavier; ele cruzou por baixo mas Gabriel Jesus não conseguiu aproveitar – a bola cruzou toda a pequena área.

Sempre através de cruzamentos de Gustavo Scarpa, o Fluminense ameaçava: aos 33, escanteio da esquerda e Gum subiu sem marcação, mas errou o alvo. Aos 44, ele cruzou no segundo pau, Cícero subiu nas costas de Tchê Tchê e ajeitou para a chegada de Fred pelo meio, ele fuzilou e abriu o plac…. FEEEEERNANDO PRASS fez uma defesa espetacular! No rebote, o camisa 9 do Fluminense isolou e meteu a bola por cima, para delírio da galera do Gol Sul.

Ainda houve tempo para o Verdão responder: Matheus Sales ligou rápido com Gabriel Jesus que enxergou Jean infiltrando e fez o toque preciso; ele rolou na esquerda para Dudu que fechou na pequena área e cutucou para o gol – Jonathan desviou para escanteio e Sandro Meira Ricci deu tiro de meta. E assim terminou o primeiro tempo.

SEGUNDO TEMPO

O Palmeiras voltou diferente no segundo tempo. Egídio, que apanhou bastante, deu lugar a Moisés – Tchê Tchê foi para a lateral esquerda; Cleiton Xavier, apagado, deu lugar a Alecsandro e Dudu reviveu seus tempos de armador, com Gabriel Jesus voltando a jogar aberto pela esquerda. E funcionou muito bem. Moisés deu mais ritmo ao meio-campo; Dudu correspondeu na nova função e Alecsandro, com sua capacidade de sair da área e abrir espaços, completou o serviço. O Verdão amassou o Fluminense.

Logo aos quatro minutos, a primeira grande estocada: Dudu tocou para Alecsandro, que fez o pivô numa linda tabelinha de letra; Dudu penetrou pelo meio em velocidade e bateu da meia-lua para ótima defesa de Diego, que mandou a escanteio. Aos dez, Roger Guedes invadiu a área pela direita e cruzou por baixo; Henrique Scolari deu o carrinho e cortou com o braço – Sandro Meira Ricci deu escanteio. Em 2014, no Maracanã, Nathan (salvo engano) fez um lance muito parecido e o juiz colocou na cal.

Mas aos 12 minutos a justiça foi feita: Dudu cobrou falta da esquerda e Vitor Hugo, conforme previsto no pré-jogo, deixou o seu testando firme, sem chances para Diego. Dois minutos depois, Roger Guedes abriu a defesa e tocou para Jean; ele invadiu a área e cruzou rasteiro, para trás, na medida para Alecsandro bater de primeira e ampliar o placar. Quando o Fluminense percebeu, já estava 2 a 0. E quase saiu o terceiro aos 18, em jogada de Gabriel Jesus, que enxergou Jean aberto na direita e atravessou a bola por todo o campo; Jean dominou e tentou acertar o ângulo esquerdo de Diego, mas a bola saiu.

Levir, vendo seu time completamente dominado e com um enorme prejuízo no placar, tentou sair de trás e fez duas boas alterações, mandando a campo Marcos Júnior e Richarlison. O Palmeiras naturalmente deu um pouco mais de espaço ao visitante, que passou a levar perigo. Aos 29, Richarlison fez o que quis com Tchê Tchê e cruzou rasteiro; Gustavo Scarpa tinha o gol inteiro à sua disposição mas, de forma incrível, errou o alvo.

Aos 40, Roger Guedes levou sorte: Gum tentou afastar, a bola bateu em Jonathan e se ofereceu livre para ele, que invadiu a área de frente para Diego; em vez de tocar na saída do goleiro, preferiu a finta e perdeu ângulo, quase junto à linha de fundo ele ainda bateu em gol e a bola entraria, mas Henrique salvou em cima da risca.

Nossa torcida ainda teve tempo para picardia: mandou um “não é mole não, o Fred acabou com a Seleção”. Justo ou não, o coro foi divertido, e o atacante adversário tentou calar o estádio aos 46, ao emendar de primeira uma falta cobrada à meia altura por Cícero – pra fora. Pra ficar mais engraçado ainda. E Sandro Ricci terminou o jogo.

FIM DE JOGO

Foi na força do elenco e do estádio. Percebendo que a estratégia do primeiro tempo deu errado, Cuca e Cuquinha usaram as alternativas que o banco oferece e chegaram com razoável facilidade ao placar com 15 minutos no segundo tempo. O Palmeiras passou por um dos times mais fortes do campeonato correndo poucos riscos e deu mais uma dica de que vai brigar pela ponta até o fim. Mas ainda precisa acertar a marcação na bola parada: em Campinas, essa fraqueza custou um gol que não conseguimos buscar, e neste jogo poderia ter acontecido o mesmo e estaríamos agora fazendo previsões apocalípticas. Estamos satisfeitos, mas de olho vivo em tudo. VAMOS PALMEIRAS!

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